A primeira peça teria o nome Saraus.
Seríamos poemas declamados. Quer dizer, declamaríamos poemas. De nossa duvidosa autoria. Seus temas?
Os pontos diários, pequenos, comuns, que nos matam ou estagnam, ou nos levam adiante de qualquer jeito, mas ainda não do jeito que gostaríamos.
O que nos incomoda, ou nos faz mal, mas não daquele jeito que nos leva a mudar...
Algo nessa linha.
Um exemplo: um poema sobre o cigarro.
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Um comentário:
Há algo relacionado a vicissitude, também, talvez, nos temas que imagino.
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